Eu tenho uma grande paixão por documentários. Já assisti vários. Uns muito bons e outros nem tanto. Meu grande sonho é um dia produzir um documentário. Uma ótima fonte de pesquisa sobre este tipo de trabalho é o site do “É tudo verdade“. É Tudo Verdade é o principal evento dedicado exclusivamente à cultura do documentário na América do Sul. Ele acontece anualmente. A edição de 2009 já aconteceu. Uma pena que eu tenha descoberto só agora. Para quem também gosta, fica uma dica: os vídeos que já foram apresentados neste evento podem ser assistidos no Canal Brasil. Vai ao ar nos sábados, às 21h; e nos domingos, às 14h.
Essa é para quem gosta de ficar deitado, olhando para o teto e pensando na vida. Hoje estava escutando um músico muito bom, Ray LaMontagne. Não faz muito tempo que o cara se lançou no mundo musical. Se não me engano, uns 10 anos apenas. Resolveu que queria ser músico enquanto trabalhava numa fábrica de sapatos. Ouviu uma música (Treetop Flyer) que ele gostou e plim: “Serei músico”. E esse plim foi ótimo. Abaixo vou deixar uma música que, para mim, é a melhor do cd Gossip in the grain. Se liguem na letra e na voz rouca do rapaz!
“There may come a time, a time in everyones life
where nothin seems to go your way
where nothing seems to turn out right
there may come a time, you just can’t seem to find your place
for every door you walk on to, seems like they get slammed in your face
that’s when you need someone, someone that you can call.
and when all your faith is gone
feels like you can’t go on
let it be me
let it be me
if it’s a friend that you need
let it be me
let it be me
feels like your always commin on home
pockets full of nothin and you got no cash
no matter where you turn you ain’t got no place to stand
reach out for something and they slap your hand
now I remember all to well
just how it feels to be all alone
you feel like you’d give anything
for just a little place you can call your own
that’s when you need someone, someone that you can call
and when all your faith is gone
feels like you can’t go on
let it be me
let it be me
if it’s a friend you need
let it be me
let it be me”
Logo que voltei a morar em Sta Cruz do Sul, coloquei na minha cabeça que iria participar do maior número de projetos possíveis em rádio e tv. Tenho participado do Dazuma, na UNISC TV, já fiz algumas locuções para alguns trabalhos acadêmicos e isso tem sido muito bom. Recentemente, participei de um vt que foi produzido para a disciplina de RTVC II. Quem escreveu, produziu, gravou e editou foi Aline Ben da Costa, Bárbara de Paula, Daniel Storch e Pablo Melo. E eu me escalei para participar quando vi no MSN da Aline que eles precisavam de um personagem. Gravamos num sábado à tarde e o resultado foi este:
Interview project? Mas o que é isso? Bem, é um projeto desenvolvido pela Absurda, uma empresa do grande David Lynch. O trabalho tem a seguinte “fórmula”: é uma viagem de 32 mil quilômetros, durante 70 dias pelas estradas norte-americanas em quê os produtores encontram pessoas ao acaso e as entrevistam. Geralmente pessoas com uma casa, pessoas que moram nas ruas, pessoas que moram em vans. O número de entrevistas passa de 100 e a cada semana eles publicam no site uma das entrevistas. Vale a pena ver. As histórias contadas pelas pessoas são emocionantes.
Um lembrete: se você tem banda larga, ótimo. Vai conseguir ver rapidinho. Agora, se não tem, vai ser complicado, pois os vídeos são publicados em alta qualidade. Não poderia ser diferente, afinal a fotografia, a edição e a trilha sonora são ótimas.
Essa dica eu vi no blog do tas há alguns dias. O vídeo que ele sugere para os leitores é de 2006, numa conferência anual: TED. Nesta conferência, os convidados – geralmente filósofos, sociólogos, educadores, políticos, etc. – falam sobre suas experiências em 18 minutos. Nos dois vídeos que coloco abaixo, o pesquisador inglês Ken Robinson, faz um apanhado sobre a forma de educarmos as crianças, que “serão o futuro”. Em um trecho do vídeo ele fala sobre o medo de errar: “se você não estiver preparado para errar, você nunca vai ter uma idéia original.”
Interessante assistir. Pelo menos eu achei. Afinal, às vezes eu tenho medo de errar. Me lembro de quando era criança. Eu não tinha medo de errar. E hoje… quanta diferença.
Para quem gosta de velocidade e gosta de F1, aqui vai uma dica. O site oficial da Fórmula 1 está disponibilizando vídeos de algumas corridas de 2008 e 2009. São compactos muito bem editados e com trilhas sonoras muito boas, mescladas com áudio ambiente (freadas, acidentes e comunicação piloto-equipe). Também é possível ver a câmera onboard das voltas mais rápidas. Quem quiser conferir, é só clicar aqui. O meu vídeo favorito é o compacto da corrida do Bahrain.
Olá. Hoje eu estava ouvindo música e começou a tocar John Mayer. O cara é muito bom. Tem gente que não gosta, que o considera muito pop, mas o cara é um camaleão musical. Até já participou de músicas no estilo Hip Hop. Em 2003 ele ganhou um Grammy de Melhor Performance Vocal Pop Masculina com a música “Your body is a wonderland“. Atualmente, John Mayer ainda possui um pouco do pop em suas veias, mas passeando um pouco pelo groove, pelo jazz e pelo blues, como pode ser visto no dvd ao vivo “Where the light is”, gravado em Los Angeles, se não me engano, em 2007.
Por muito tempo, as músicas deste DVD foram minhas companheiras no caminho de ida e de volta do trabalho. Mas uma delas era (é ainda) a minha favorita: Belief. Na música, o assunto central é FÉ. Não falo em ter uma religião, como algumas pessoas podem confundir, mas ter FÉ naquilo em que você acredita. Ter fé de que você vai atrás de algo e que vai conseguir esse “algo”. E é este momento que estou vivendo. Encarando o medo da mudança, mas com muita fé de que vai dar certo.
Eu descobri essa cantora há pouco tempo, mas já escutei suas músicas diversas vezes em tão poucos dias. A americana Alison Sudol (conhecida como “A FINE FRENZY”) tem uma voz por vezes doce, por vezes bem forte… E toca piano muito bem. O seu “debut” no mundo musical aconteceu em 2007 com o cd “One Cell in the Sea”. E ela tá fazendo sucesso na Europa. Tem algumas músicas em seriados de tv. ‘You picked me” é uma ótima faixa do cd que lançou essa ruivinha para o mundo da música.
Há alguns dias eu assiti ao filme “Sim, senhor“, com o Jim Carrey. E resolvi escrever sobre ele porque gostei do filme e porque identifiquei algumas situações que eu vivo (ou já vivi). Bom, o filme começa mesmo quando o personagem de Carrey (Carl Allen), que não tem uma vida tão boa assim (vive deprimido e isolado em casa porque a esposa o abandonou), reencontra um amigo que o convida para participar de um culto de auto-ajuda, que tem como “base” dizer SIM para tudo! Digamos que, ao sair do seu primeiro (e único) culto, a vida do Carl mudou. E bastante. Algumas situações são bem engraçadas, como as clássicas caretas de Jim Carrey. São todas conhecidas, mas sempre causa uma risada.
Com relação às situações que eu me identifiquei, posso dizer que as oportunidades que me foram apresentadas na vida, nem sempre foram aproveitadas. Eu disse muitas vezes “Não, obrigado“. Durante o filme, a gente fica relembrando um pouco da nossa vida, tentando descobrir quantos “Não, obrigado” falamos na vida. Mas também ficamos pensando quantos “Sim, claro” dissemos, quando não era pra falar “Sim, claro”.
E qual palavra podemos usar quando pensamos assim? Eu encontrei uma (a primeira que me ocorreu): discernimento. Discernir sobre o sim e o não. Imagina responder sim pra tudo? Certamente você vai cansar, vai magoar alguém, vai fazer alguém feliz, vai fazer bons programas, vai fazer péssimos programas. Cabe a nós discernir sobre isso.
Assumi um compromisso. Vou assistir mais filmes, mais documentários, mais clipes e mais filmes (sim, eu falei duas vezes “filmes”). E vou procurar por mais músicas interessantes. Artistas que não estão no circuito comercial da música. Sim. É isso que farei. “Aleluia, irmão”.Chega de ficar na caixa como um daqueles palhaços que só pulam lá de dentro quando alguém abre a caixa pra ele. Então tá feito “o pacto”, como no filme “YES MAN”. Vamos escrevendo e conferindo o resultado disso a cada dia.